Creme Psoríase com complexo de aminoácidos 15g + Associações

Código: 93H5PXBMB
R$ 66,00
até 3x de R$ 22,00 sem juros
comprar Estoque: Disponível
    • 1x de R$ 66,00 sem juros
    • 2x de R$ 33,00 sem juros
    • 3x de R$ 22,00 sem juros
* Este prazo de entrega está considerando a disponibilidade do produto + prazo de entrega.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO DE PROFISSIONAL HABILITADO, PODENDO ESTE SER O NOSSO FARMACÊUTICO DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO 586/2013 DO CONSELHO DE FARMÁCIA.

DESCRIÇÃO:

No controle da Psoríase o melhor resultado ocorre com o uso concomitante do Complexo de Aminoácidos na fase 1 (1:50) e, em seguida, a fase 2 (1:5) e, desde o primeiro momento usa-se o creme.

Além da abordagem como um “processo inflamatório cutâneo crônico” consideramos, também, a “ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DOS AMINOÁCIDOS LIVRES”.

Nesse contexto, parte importante reside que, na composição do creme, utilizamos também o Complexo de Aminoácidos enriquecido com Histidina 36,37. E a composição é finalizada com a adição do Clobetasol, que contribui decisivamente para a eficácia na ação de combate e controle das lesões cutâneas conforme comprovado num estudo comparativo com placebo e outras opções terapêuticas, o propionato de clobetasol levou a uma melhora completa ou quase completa das lesões de psoríase em até 80% dos pacientes38. Em estudo específico para psoríase, 85% dos pacientes em uso de propionato de clobetasol creme relataram boa melhora, excelente melhora ou melhora completa após o uso. No tratamento da dermatite atópica, o uso do clobetasol também resultou em uma significativa maior proporção de pacientes com boa ou excelente melhora das lesões39. Outro estudo conduzido com pacientes com lúpus eritematoso cutâneo facial, o clobetasol demonstrou a mesma eficácia terapêutica que o tacrolimus40. Em pacientes com de líquen escleroso o propionato de clobetasol foi capaz de induzir a remissão em 77% dos casos 41.

COMPOSIÇÃO DE AMINOÁCIDOS AUXILIA NO TRATAMENTO DA PSORÍASE

Os aminoácidos podem ser encontrados em todos os seres vivos, sendo definidos como uma molécula orgânica formada por átomos de carbono, hidrogênio, oxigênio, e nitrogênio unidos entre si de maneira característica. Essa pequena molécula contem um grupamento amina e um carboxila, como demonstrado na figura 2.

Em humanos saudáveis, nove aminoácidos são considerados essenciais, uma vez que não podem ser sintetizados endogenamente e, portanto, devem ser ingeridos por meio da dieta. Dentre os aminoácidos essenciais, incluem os três aminoácidos de cadeia ramificada (ACR): leucina, valina e isoleucina. Os ACR correspondem a cerca de 35% dos aminoácidos essenciais em proteínas musculares e, uma vez que a massa muscular de humanos é de cerca de 40-45% da massa corporal total, verifica-se que grande quantidade de ACR está presente em proteínas musculares.

Em indivíduos adultos, ACR são relevantes para a manutenção da proteína corporal além de ser fonte de nitrogênio para a síntese dos aminoácidos alanina e glutamina. No que concerne a nutrição esportiva, os ACR são extensivamente utilizados por atletas, baseado na premissa de que esses aminoácidos podem promover anabolismo proteico muscular, atuar em relação à fadiga central, favorecer a secreção de insulina, melhorar a imunocompetência, diminuir o grau de lesão muscular induzido pelo exercício físico e aumentar a performance de indivíduos que se exercitam em ambientes quentes.

Tem sido demonstrado que pacientes com doenças neuromusculares e neurodegenerativas apresentam elevados marcadores de estresse oxidativo e que os efeitos da utilização de creatinina (Cr) como forma de tratamento é relativo ao grau de complexidade ou estado da doença nesses indivíduos, ou seja, a suplementação de creatina pode ser capaz de aliviar os sintomas de doenças de Alzheimer e Parkinson, por exemplo. Ainda, estudos sugerem que a suplementação de Cr aumenta as concentrações intracelulares de creatina fosfato (PCr) que se ligam aos fosfolipídios da membrana celular, diminuindo a permeabilidade da mesma e consequentemente a perda de elementos intracelulares como enzimas (creatina quinase), promovendo assim, estabilização das membranas celulares e previne danos celulares.


Estrutura geral de aminoácido

Os polímeros de aminoácidos são chamados de peptídeos ou proteínas. Vinte tipos diferentes de aminoácidos servem como elementos de construção de proteínas, que podem conter muitas centenas de unidades de aminoácidos. Os aminoácidos podem se combinar em quase qualquer ordem e em quase qualquer proporção, produzindo miríades de peptídeos, todos eles com formas tridimensionais únicas. Essa propriedade faz das proteínas a classe de biopolímeros mais variável em estrutura e, portanto, a mais versátil em função. As proteínas executam ampla gama de tarefas na célula, tais como: participa de reações químicas, fornece apoio estrutural, estimula o sistema de defesa (sistema imunológico) com a finalidade de manter a homeostase do organismo. A disponibilidade e prevalência dos aminoácidos livres pode ser um fator determinante quando se trata das interações biológicas com os diversos agentes e/ou condições patológicas, indicando uma resposta de defesa mais eficiente e efetiva. Os aminoácidos, de forma isolada, apresentam diversas funcionalidades, dentre elas, a capacidade de modular os sistemas biológicos de forma a ativar e/ ou inibir diversos eventos químicos, moleculares e celulares.

A resposta inflamatória ou simplesmente inflamação é uma resposta imune essencial que permite a sobrevivência do indivíduo durante a infecção ou lesão e mantém a homeostase do tecido sob uma variedade de condições nocivas5. Durante o processo, podem aparecer manifestações externas, sinais cardinais: como, calor, rubor e tumor, dor e perda de função. Independente da origem do estímulo que leva a inflamação se é por patógenos ou se é estéril, uma cascata de sinais é ativada causando o recrutamento de células inflamatórias, que têm a função primária de erradicar o patógeno e limpar debris celulares ocasionados por morte celular, enquanto ativa mecanismos de reparo tecidual. Porém, quando a inflamação não é capaz de exterminar o agente agressor, tornando-se crônica, a inflamação pode levar o indivíduo a sérias consequências, culminando na disfunção orgânica e morte.

A inflamação é fator determinante em diversas doenças crônicas comuns. Reações inflamatórias agudas (de curto prazo) tem uma finalidade útil para a eliminação de patógenos do organismo, contudo, diversos trabalhos propõem que a inflamação crônica de baixo grau (de longo prazo) pode ser uma teoria unificadora para diversas doenças crônicas. A inflamação crônica ocorre quando o agente de ativação persiste em longo prazo, porque não é totalmente eliminado ou está constantemente presente. Podemos citar que a inflação crônica tem papel importante no mal de Alzheimer, na aterosclerose, na doença arterial coronariana, na asma, na artrite reumatoide, na obesidade e também no câncer. O controle do processo inflamatório, nas diversas patologias, promove um enorme impacto sobre a qualidade e quantidade da vida para boa parte da população. Neste contexto, diversas linhas de pesquisa buscam alternativas para o controle do processo inflamatório, dentre elas, a que demonstra a capacidade dos aminoácidos livres em modular o processo inflamatório.

Os farmaconutrientes vêm demonstrando possuir a capacidade de modular a resposta imunológica e inflamatória. Entre os nutrientes com ações específicas, podemos ressaltar os aminoácidos arginina e glutamina os nucleotídeos e ácidos graxos da família ômega 3. A arginina é classificada como um aminoácido condicionalmente essencial para os humanos. Em situações de estresse metabólico, ela deixa de ser sintetizada em quantidades suficientes pelo organismo e seus níveis plasmáticos tornam-se reduzidos. Alguns ensaios clínicos mostraram que, a suplementação dietética de arginina é capaz de melhorar a resposta das células T, reduzir as taxas de crescimento tumoral, além de aumentar o tempo de sobrevida de pacientes com câncer4.

Muto et al 2005, mostrou que a suplementação alimentar com os aminoácidos de cadeia ramificada (AACR), ou seja, leucina , valina e isoleucina é uma tentativa de intervenção nutricional para melhora da desnutrição na cirrose hepática descompensada. As evidências clínicas sobre a eficácia desta terapia são fortes e indica que a suplementação com esse grupo de aminoácidos melhora o estado geral, a qualidade de vida e sobrevida desses pacientes. Além do fator nutricional, a suplementação foi capaz de reduzir os níveis de espécies reativas de oxigênio (O2-) circulante. Ishihara et al. 2014, em estudo com pacientes com carcinoma hepático, verificaram que a suplementação com AACR acelerou a recuperação dos níveis séricos de albumina, sendo essas mudanças inversamente relacionadas com os níveis de Proteína C-Reativa (PCR), biomarcador que indica presença de inflamação e infecção. Os autores concluíram que os AACR podem exercer um possível efeito anti-inflamatório que suprime a redução dos níveis séricos desses aminoácidos. Em estudo experimental, Iwasa et al. 2013 registraram aumento da sobrevida de ratos com cirrose hepática avançada a partir da suplementação com AACR, associado com redução dos teores de ferro, diminuição da produção de espécies reativas de oxigênio e atenuação da fibrose no fígado, sendo os dois últimos, fatores diretamente relacionados ao processo inflamatório.

O aminoácido glutamina vem sendo extensivamente estudado por ser capaz de estimular as principais células do sistema imune. Linfócitos, macrófagos e neutrófilos desempenham um papel central na resposta imune e inflamatória. Linfócitos são células circulantes, têm sua origem nos tecidos linfoides primários (timo e medula óssea), podendo migrar para os órgãos linfoides secundários (baço, linfonodos e placas de Peyer). Os macrófagos podem diferir em suas características bioquímicas, estruturais e funcionais, dependendo do estado de diferenciação, do microambiente e de sua localização no organismo. Neutrófilos constituem cerca de 60% dos leucócitos circulantes em seres humanos adultos e são as primeiras células de defesa na resposta inflamatória aguda. Mais da metade da glutamina consumida na dieta e absorvida é utilizada pelas próprias células intestinais que, por se renovarem rapidamente, necessitam sintetizar constantemente compostos estruturais, principalmente a partir da glicose e desse aminoácido10. Dessa forma, a maior proporção da glutamina circulante é proveniente dos músculos esqueléticos, que sintetizam e exportam glutamina e alanina para a circulação, em especial durante situações de catabolismo intenso, como no jejum prolongado e exercício.

A importância da suplementação de glutamina vem sendo estudada em processos que envolvem respostas imune e inflamatória. A concentração plasmática de glutamina está diminuída em condições de estresse, tais como em pacientes queimados, durante a septicemia, pós-cirurgia, após exercícios de resistência e no supertreinamento. Koyama et al. demonstraram a importância da glutamina para a proliferação de linfócitos em atletas durante treinamento. Li et al. 2004 observaram que a glutamina diminui a resposta inflamatória induzida por lipopolissacarídeo (LPS) — componente da membrana externa de bactérias Gram-negativas — no intestino.

ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DOS AMINOÁCIDOS LIVRES

Atualmente existe um grande interesse no estudo dos antioxidantes devido, principalmente, às descobertas sobre o efeito dos radicais livres no organismo. A oxidação é parte fundamental da vida aeróbica e do nosso metabolismo e, assim, os radicais livres são produzidos naturalmente ou por alguma disfunção biológica. Esses radicais livres cujo elétron desemparelhado encontra-se centrado nos átomos de oxigênio ou nitrogênio são denominados ERO ou ERN27-28. No organismo, encontram-se envolvidos na produção de energia, fagocitose, regulação do crescimento celular, sinalização intercelular e síntese de substâncias biológicas importantes. No entanto, seu excesso apresenta efeitos prejudiciais, tais como a peroxidação dos lipídios de membrana e agressão às proteínas dos tecidos e das membranas, às enzimas, carboidratos e DNA29. Dessa forma, encontram-se relacionados com várias patologias, tais como artrite, choque hemorrágico, doenças do coração, catarata, disfunções cognitivas, câncer e AIDS, podendo ser a causa ou o fator agravante do quadro geral30.

As espécies reativas de oxigênio (EROS) são compostos químicos resultantes da ativação ou redução de oxigênio molecular que contem um ou mais elétrons desemparelhados, essas moléculas podem causar dano celular, como, apoptose e debilitar o sistema imunológico. Dentre as principais espécies reativas de oxigênio, podemos citar: superóxido O2-, peroxido de hidrogênio H2O2 , radical hidroxila OH- .           O aumento da produção de espécies oxidativas, na ausência de um equivalente aumento da resposta antioxidante neutralizadora, define um estado de estresse oxidativo, uma condição que pode ser induzida pela hiperglicemia, hipertensão e elevação do nível de ácidos graxos livres. As principais fontes celulares para produção de ROS são a mitocôndria e o complexo enzimático NADPH oxidase. O sistema da NADPH oxidase, principal fonte de ROS em células fagocíticas, é formado por subunidades de membrana, tais como gp91phox e p22phox e subunidades citosólicas, tais como p47phox e p67phox. Sob estimulação, a subunidade citosólica p47phox é fosforilada pela proteína cinase C (PKC) e todo o complexo citosólico é translocado para a membrana formando a oxidase ativa. No diabetes, a ativação PKC-NADPH oxidase ocorre em resposta ao aumento de dialcilglicerol (DAG) estimulado pela hiperglicemia.

A produção de radicais livres e espécies reativas de oxigênio pode contribuir para uma variedade de doenças ou estar presente em diversas situações de toxicidade. Diversas substâncias são capazes de neutralizar as ações dos radicais livres, prevenindo assim os danos oxidativos, tais como: enzimas, vitaminas e aminoácidos. O possível potencial da ingestão de creatina em diminuir os níveis de homocisteína e consequentemente a toxicidade das células, também é considerado uma forma indireta de ação antioxidante dessa substância. A hipótese de que a creatinina detém propriedades antioxidantes provem de tal propriedade atribuída a arginina, aminoácido precursor da creatina. 

A glutamina é o aminoácido livre mais abundante no plasma e tecido muscular, sendo utilizada extensivamente por células em processo de divisão,  para obter energia e favorecer a síntese de nucleotídeos. Dentre os órgãos envolvidos na síntese de glutamina estão o músculo esquelético, pulmões e fígado por apresentarem atividade da enzima glutamina sintetase. Por outro lado, por apresentarem elevada atividade da enzima glutaminase estão os órgãos e células consumidoras de glutamina, como: células da mucosa intestinal, leucócitos e células do túbulo renal. A glutamina também é essencial para a síntese de glutationa (GSH) principal antioxidante celular não enzimático. A redução dos níveis de glutamina, principalmente no meio intracelular, pode contribuir para um desequilíbrio entre os agentes oxidantes (EROS) e antioxidantes, favorecendo a degradação de substancias essenciais para a membrana celular, o que pode contribuir para uma lesão celular mais acentuada.

O estresse oxidativo, decorrente do desequilíbrio entre a produção e a degradação dos radicais livres, está relacionado com o aparecimento de várias doenças, com câncer, doença de Alzheimer, doença de Parkinson34. De forma negativa, o estresse oxidativo contribui para um desequilíbrio no processo imunológico, inflamatório e cicatricial de diversas patologias.

COMPOSIÇÃO:

Complexo de aminoácidos

Histidina

Clobetasol

Creme base qsp 100%

 

POSOLOGIA: 
O local, ou locais, de aplicação deve(m) ser bem higienizado(s), estar(em) bem limpo(s) e seco(s), em especial dobras e locais mais sensíveis.
Com a mão e, reiteramos, o local de aplicação previamente bem higienizados, aplique fina camada até envolver toda a superfície de 2 a 3 vezes por dia nas regiões afetadas.
Desejável manter o local de aplicação livre de cobertura direta (curativo ou bandagem).
Quando a pele melhorar, reduzir para 1 aplicação diária até que todos os indícios da lesão desapareçam.

EVITE A EXPOSÍÇÃO DA REGIÃO QUE RECEBER A APLICAÇÃO AO SOL, PROTEJA-A COM UMA PEÇA DE VESTUÁRIO QUE PERMITA A REGIÃO RESPIRAR.

Se você possuir lesões com vermelhidão perto da boca, lesões muito semelhantes a acnes nas áreas do nariz, bochechas, testa ou queixo, lesões de pele não tratadas, coceira na pele sem ter inflamação onde é coçado e se for alguma criança com menos de um ano de idade que irá usar o produto para tratar de doenças inflamatórias de pele, é necessário que tenha orientação e avaliação específica do médico ou farmacêutico antes de administrar o creme.

VALIDADE: Validade: 12 meses

REAÇÕES: Não há relato.

EFEITOS COLATERAIS: Coceira, vermelhidão e ardência na pele.

SUPERDOSE: Não se aplica

ADVERTÊNCIAS:

1.      Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado.

2.      Imagens meramente ilustrativas.

3.      Pessoas com hipersensibilidade a quaisquer das substâncias não devem utilizar o produto.

4.      Em caso de hipersensibilidade aos componentes, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.

5.      Não use o produto com o prazo de validade vencido.

6.      Conservar o produto entre 10 e 30ºC, protegido da luz, umidade e fontes de calor. Nestas condições, o produto se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.

7.      Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 

8.      Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.

9.      "SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO".

10. "Os resultados e indicações referentes aos componentes usados nesse produto foram avaliados e comprovados pelos respectivos fabricantes dos insumos farmacêuticos e outros estudos conforme descrito nas Referências. Não garantimos os resultados descritos, estes variam de pessoa para pessoa dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos, presença de outras patologias, bem como, o uso correto do produto conforme descrito na posologia.”

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

  1. Tratamento da Artrite Reumatoide, Rheumatoid Arthritis Treatment;  Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Hospital Socor de Belo Horizonte (MG);  Residentes do Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas da UFMG; Rev Bras Reumatol, v. 46, n.3, p. 219-223, mai/jun, 2006.
  2. Toxicidade hepática é rara em pacientes com artrite reumatoide usando terapia combinada de leflunomida e metotrexato; Jorge Augusto Nunes Rodrigues Alves, Sonia Cristina de Magalhães Souza Fialho, Edelton Flávio Morato, Gláucio Ricardo Werner de Castro, Adriana Fontes Zimmermann, Giovana Gomes Ribeiro, Fabrício Souza Neves, Ivânio Alves Pereira; Rev Bras Reumatol 2011;51(2):138-144.
  3. ARTIGO DE REVISÃO: Artrite reumatoide; Ivânio Alves Pereira; Arquivos Catarinenses

 de Medicina Vol. 36, no. 3, de 2007. https://www.researchgate.net/publication/237684989.

  1. Artrite reumatóide no idoso Rheumatoid, arthritis in the elderly; Article · January 2008.
  2. Metotrexate na Psoríase; CONSENSO BRASILEIRO DE PSORÍASE 2009|SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA; Silvio Alencar Marques; Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP.
  3. Tratamento sistêmico da psoríase - Parte I: metotrexato e acitretina; Gladys Aires Martins, Lucia Arruda; An bras Dermatol, Rio de Janeiro, 79(3):263-278, maio/jun. 2004.
  4. Imunossupressores na Dermatologia, Aline Lopes Bressan,  Roberto Souto da Silva, Elisa Fontenelle, Alexandre Carlos Gripp.
  5. FELDMANN, M.; BRENNAN, F. M. Rheumatoid arthritis. Cell, v. 85, p. 307-10, 1996.
  6. TEHLIRIAN, C. V.; BATHON, J. M. Rheumatoid arthritis: clinical and laboratory manifestations. In: STONE, J. H.; CROFFORD, L. J.; WHITE, P. H. Primer on the rheumatic diseases. 30. ed. New York: Springer, 2008. p. 114-21.
  7. HELLMANN, D. B.; STONE, J. H. Arthritis & musculoskeletal disorders. In: TIERNEY, L. M. et al. Curr Med Diag Treat. 43. ed. New York: McGraw-Hill, 2004. p. 797-825.
  8. CAPPUZZO, K. A. Diagnosis and treatment of early active rheumatoid arthritis. Consult Pharm, v. 23, n.12, p. 956-61, 2008.
  9. LEE, D. M.; WEINBLATT, M. E. Rheumatoid arthritis. Lancet, v. 358, p. 903-11, 2001.
  10. Vissers YL, Dejong CH, van der Hulst RR, Deutz NE, Luiking YC, Fearon KC, et al. Plasma arginine concentrations are decreased in gastrointestinal cancer. Clin Nutr. 2003;22(1):67s.
  11. Lind DS. Arginine and cancer. J Nutr. 2004;134:2837S-41S.
  12. Barbul A, Sisto DA, Wasserkrug HL, Efron G. Arginine enhances wound healing and lymphocyte immune responses in humans. Surgery. 1990;108:331-337.
  13. Daly JM, Lieberman MD, Goldfine J, et al. Enteral nutrition with supplemental arginine, RNA, and omega-3 fatty acids in patients after operation: immunologic, metabolic and clinical outcome. Surgery. 1992;112(1):56-67.
  14. Xiong, J., Xue, F.S., Yuan, Y.J., Wang, Q., Liao, X.,Wang, W.L. Cholinergic antiinflammatory pathway: a possible approach to protect against myocardial ischemia reperfusion injury. Chin Med J, v.123(19), p.2720-2726, 2010.
  15. Saeed RW, Varma S, Peng-Nemeroff T, et al. Cholinergic stimulation blocks endothelial cell activation and leukocyte recruitment during inflammation. J Exp Med. v. 201(7), p.1113-1123, 2005.
  16. MUTO, Y. et al. Effects of oral branched-chain amino acid granules on event-free survival in patients with liver cirrhosis. Clin. Gastroenterol. Hepatol., v.3, n.7, p.705-713, 2005.
  17. ISHIHARA, T. et al. Effect of branched-chain amino acids in patients receiving intervention for hepatocellular carcinoma. World J. Gastroenterol., v.20, n.10, 2014.
  18. IWASA, M. et al. Branched-chain amino acid supplementation reduces oxidative stress and prolongs survival in rats with advanced liver cirrhosis. PLoS ONE, v.8, n.7, p.e70309, 2013.
  19. Souba WW. Intestinal glutamine metabolism and nutrition. J Nutr Biochem 1993;4:2-9.
  20. Koyama K, Kaya M, Tsujita J, Hori S. Effects of decreased plasma glutamine concentrations on peripheral lymphocytes proliferation rats. Eur J Appl Physiol 1998;77:25-31.
  21. Parry-Billings M, Budgett R, Koutedakis Y, Blomstrand E, Brooks S, Williams C, et al. Plasma amino acid concentrations in the overtraining syndrome: possible effects on the immune system. Med Sci Sports Exerc 1992;24:1353-8.
  22. LI, N.; LIBONI, K. C.; FANG, M. Z.; SAMUELSON, D.; LEWIS, P.; PATEL, R.; NEU, J. Glutamine decreases lipopolysaccharide-induced intestinal inflammation in infant rats. Am. J. Physiol. Gastrointest. Liver Physiol., v.286, p.G914-G921, 2004.
  23. Carvalho T, editor. Guidelines of the Brazilian Society of Sports Medicine: dietary changes, fluid replacement, food supplements and drugs: demonstration of ergogenic action and potential health risks. Rev Bras Med Esporte. 2003;9:57-68.
  24. Visioli, F.; Keaney Jr., J. F.; Halliwell, B.; Cardiovasc. Res. 2000, 47, 409.
  25. Pietta, P.; J. Nat. Prod. 2000, 63, 1035.
  26. Husain, S. R.; Cillard, J.; Cillard, P.; Phytochemistry 1987, 26, 2489.
  27. Halliwell, B.; Gutteridge, J. M. C.; Cross, C. E.; J. Lab. Clin. Med. 1992, 119, 598.
  28. Rogero MM, Tirapegui J. Aspectos nutricionais sobre glutamina e exercício físico. Nutrire. 2003;25:87-112
  29. Rowbottom DG, Keast D, Morton AR. The emerging role of glutamine as an indicator of exercise stress and overtraining. Sports Med. 1996;21:80-97.
  30. Valencia E, Marin A, Hardy G. Glutathione – Nutritional and pharmacological viewpoints: Part VI. Nutrition. 2002a;18:291-2.
  31. Fläring UB, Rooyackers OE, Wernerman J, Hammarqvist F. Glutamine attenuates post-traumatic glutathione depletion in human muscle. Clin Sci. 2003;104:275-82.
  32. Halliwel B. Antioxidants and humans disease: a general introduction. Nutr Rev 1997; 55:S44-S52.
  33. BATISTUZZO, J.A; ITAYA, M; ETO, Y. Formulário Médico-Farmacêutico. São Paulo: Tecnopress, 2000.
  34. CHAITOW, L. The Healing Power of Amino Acids. England: Thorsons Publishers Limited, 1989
  35. Lee CS, Koo J. The efficacy of three class I topical synthetic corticosteroids, fluocinonide 0.1% cream, clobetasol 0.05% cream and halobetasol 0.05% cream: a Scholtz-Dumas bioassay comparison. J Drugs Dermatol. Aug;8(8):751-5, 2009.
  36. Gordon ML. The role of clobetasol propionate emollient 0.05% in the treatment of patients with dry, scaly, corticosteroid-responsive dermatoses. Clin Ther. Jan-Feb;20(1):26-39, 1998.
  37. T-Y. Tzung, Y-S. Liu, H-W. Chang. Tacrolimus vs. clobetasol propionate in the treatment of facial cutaneous lupus erythematosus: a randomized, double-blind, bilateral comparison study. Brit J Dermatol. 156(1):191-2, 2006.

Funaro, D. Lichen sclerosus: a review and practical approach. Dermatologic Therapy, 17(1): 28-37, 2004.

R$ 66,00
até 3x de R$ 22,00 sem juros
comprar Estoque: Disponível
Pague com
  • PagSeguro
Selos
  • Site Seguro

Salus Farma - CNPJ: 07.138.538/0001-06 © Todos os direitos reservados. 2018

SALUS FARMA - FARMÁCIA LTDA
CNPJ: 07.138.538/0001-06
RUA SANTO ANTÔNIO, 319 - LJ 2, CENTRO
OURO BRANCO - MG
CEP:36420-000
Telefone: (31) 3741-0398
EMAIL: atendimento@salusfarma.com.br

AUTORIZAÇÃO ESPECIAL (AE) / Ministério da Saúde (MS): 1.37516.9
AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DE EMPRESA (AFE) ANVISA/MS: 0.43504.1
LICENÇA SANITÁRIA MUNICIPAL Nº 269/2016
CERTIDÃO DE REGULARIDADE: 23540
RESPONSÁVEL TÉCNICA VANESSA DE SOUZA ALMEIDA BITTENCOURT
CRF-MG 32680

Consulte nossa Autorização de Funcionamento - AFE [ clique aqui! ]

Horário de funcionamento: Segunda a Sexta feira das 08:30h as 18:00h | Sábado: das 08:30h as 12:00h