COMPOSTO REUMATOP - COMPLEXO DE AMINOÁCIDOS - KIT inicial (1:50 7ml e 1:5 14ml)

Código: ANDHUKAGR
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Kit formado pelo COMPOSTO FINDADOR CAPS cápsulas anti-inflamatórias com 30 cápsulas. FINDADOR GEL para dor 30G, REUMATOP FASE 1 (1:50) 7ml  e COMPOSTO REUMATOP FASE 2 (1:5) 14ml, onde o produto Fase 1 (1:50) é para preparar o organismo para absorver todo o potencial de resolutividade do produto para a Fase 2 (1:5). Siga corretamente as indicações de uso

COMPOSTO REUMATOP FASE 1 (1:50) 14ml

VENDA SOB PRESCRIÇÃO DE PROFISSIONAL HABILITADO, PODENDO ESTE SER O NOSSO FARMACÊUTICO DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO 586/2013 DO CONSELHO DE FARMÁCIA.

DESCRIÇÃO:

Constituído por pequenas moléculas, os aminoácidos compõem as unidades fundamentais das Proteínas, aqui montados para a finalidade de estimulantes do sistema imunológico.

Usado para a dessensibilização objetivando preparar o Sistema Imunológico para os componentes do produto utilizado na conduta terapêutica da próxima fase (onde se utiliza o produto 1:5 nas apresentações de 14ml e 30ml).

Indicado para a primeira fase de uso de portadores de artrite, processos inflamatórios decorrentes ou pertencentes a artrose, gota, Espondilite anquilosante, outros processos inflamatórios de interesse reumatológico, assim como as articulações sinoviais / membrana sinovial.

Alanina

É um alfa-aminoácido não essencial. A alanina é um dos resíduos mais comuns para a síntese de proteína e está envolvida no metabolismo de triptofano e vitamina piridoxina. Além disso, alanina é uma importante fonte de energia para os músculos e do sistema nervoso central. Ela fortalece o sistema imunológico, ajuda no metabolismo de açúcares e ácidos orgânicos, e exibe um efeito de redução do colesterol nos animais.

Arginina

A Arginina é classificada como aminoácido semi-essencial ou condicionalmente essencial em seres humanos, pois pode ser sintetizada endogenamente numa quantidade suficiente para atender as necessidades, não sendo necessária na dieta de adultos saudáveis. Apresenta importância na manutenção da resposta imunológica e cicatrização de feridas.

Vários estudos já foram feitos para esclarecer o papel da arginina no tratamento de vários problemas de saúde. Entre os efeitos da arginina estão:

1.             A suplementação de arginina estimula o timo e provoca a produção de linfócitos nessa glândula.

2.             Estimulando a secreção do hormônio do crescimento, a arginina acelera a o processo de cicatrização de ferimentos, e inibe a perda de massa muscular após cirurgias ou ferimentos.

3.             Sendo um componente do colágeno, e ajudando a construção de novas células dos ossos e tendões, a l-arginina pode apresentar resultados benéficos no tratamento da artrite e de desordens do tecido conjuntivo.

4.             A l-arginina tem demonstrado melhorar a condição clínica dos portadores de Alzheimer, através do aumento dos níveis de poliamina, que é fundamental na proliferação celular.

5.             A l-arginina também ajuda a curar as feridas com mais rapidez, pois a l-arginina converte-se em l-ornitina, que se converte em l-prolina, precursor do colágeno.

Isoleucina

 

A Isoleucina é um aminoácido essencial que faz parte do grupo dos aminoácidos de cadeia ramificada e Hidrofóbica. É utilizado pelo corpo para sintetizar proteínas e para produzir energia quando se pratica exercício físico. Ela possui diversas funções fisiológicas como a cicatrização de feridas, reduz os radicais livres, estimula as funções imunológicas e promove a secreção de hormônios.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=isoleucine

Leucina

É um aminoácido essencial e sua função mais importante é no aumento das proteínas. Atua com fonte de energia durante os exercícios físicos, aumentando a resistência e reduzindo a fadiga. É integrante da cadeia ramificada, juntamente com a Isoleucina e a valina. É encontrado de maneira abundante em carnes e leguminosas.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=leucine -
Glicina

Além de ser um aminoácido importante na formação de colágeno, atua na regulação da concentração de glicose, maximizando a eficiência da insulina, contribui no combate a fadiga, otimiza a síntese da creatina, e oferta mais energia para a pele,  músculo e articulações.

Glutamina

É um aminoácido não essencial, é mais abundante no tecido muscular. Além de atuar como nutriente (energético) para as células imunológicas, a glutamina apresenta uma importante função anabólica promovendo o crescimento muscular. Este efeito pode estar associado à sua capacidade de captar água para o meio intracelular, o que estimula assim a síntese proteica. Glutamina é um aminoácido não essencial, sintetizado a partir das necessidades corporais, sendo a forma mais abundante de aminoácido encontrada no corpo. Sua síntese é feita a partir do ácido glutâmico (a glutamina é a amida do ácido glutâmico), valina e isoleucina (Bill Philip, 1997). O metabolismo da glutamina acontece através de uma única reação catalisada por duas enzimas.

A glutamina exerce funções muito importantes para o corpo, que são:

•              Manutenção do sistema imunológico;

•              Equilíbrio do balanço ácido/básico durante estado de acidose;

•              Possível reguladora da síntese e da degradação de proteínas;

•              Controle do volume celular;

•              Desintoxicação corporal do nitrogênio e da amônia;

•              Controle entre o catabolismo e anabolismo;

•              Combate à síndrome do overtraining (OTS);

•              Precursor de nitrogênio para a síntese de nucleotídeos.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=glutamine

Valina

A valina é um aminoácido essencial, sendo um dos componentes das proteínas dos seres vivos. A Valina é necessária para o metabolismo e a coordenação muscular, reparação de tecidos, e manutenção do equilíbrio de azoto no corpo, que é utilizado como fonte de energia para o tecido do músculo. Este aminoácido é útil no tratamento de doenças do fígado e vesícula biliar, promove o vigor mental e emoções calmas. É integrante da cadeia ramificada, juntamente com a Isoleucina e a valina. É encontrado de maneira abundante em carnes e leguminosas.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=valine

Soro Fisiológico

 

É uma solução isotônica em relação aos líquidos corporais que contém 0,9%, em massa, de Cloreto de Sódio (NaCl) em água destilada. Cada 100mL da solução aquosa contém 0,9 gramas do sal (0,354 gramas de Na+ e 0,546 gramas de Cl-, com pH = 6,0)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMPOSIÇÃO

Componente

Quantidade

por ml de soro

Alanina

110ml/ml

Arginina

60ml/ml

Isoleucina

50ml/ml

Leucina

90ml/ml

Glicina

800ml/ml

Glutamina

50ml/ml

Valina

70ml/ml

Excipiente Soro fisiológico

14ml

Unidade de medida = ml/ml = microlitro por mililitro de concentrado. O concentrado é diluído na proporção de 1 parte de concentrado por cinquenta partes de soro fisiológico.

POSOLOGIA:

Modo de uso: Sublingual

- Iniciar a aplicação com 1 gota por via sublingual, em jejum, meia hora antes do café da manhã, conservar debaixo da língua por, pelo menos, 4 (quatro) segundos; com intervalos de 3 dias (segunda feira e quinta feira) conforme tabela a seguir:

Número de Gotas por dia da semana

Semana

1

1

1

2

2

2

3

4

4

4

6

6

5

8

8

6

10

10

7

10

10

8

12

12

9

12

12

10

14

14

 

 

 

- Dosagem máxima por dia: 30 (trinta gotas)

 

- Rendimento: 12 gotas por ml
VALIDADE:

18 meses

Reações: Não há reações relatadas.

Efeitos colaterais: Rara (1 a cada 10.000 usuários) relatam aumento das dores, aumento do batimento cardíaco ou sensação de calor; nesses casos voltar a dose anterior bem tolerada e repetir 3 aplicações indo, a seguir, para a dosagem planejada.

Superdose: Os sintomas mais prováveis são o discreto aumento dos batimentos cardíacos e/ou a sensação de calor. Gradativamente os sintomas desaparecerão em, até, 24h após a interrupção do uso.

ADVERTÊNCIAS:

  1. O Complexo de Aminoácidos é um imunoestimulante, portanto, você não deve usar esse se fizer uso de IMUNOSSUPRESSORES (p.ex: Corticoides, Metotrexato, Etanercepte, Quimioterápicos, ...).
  2. Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado.
  3. Imagens meramente ilustrativas.
  4. Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem ingerir o produto.
  5. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
  6. Não use o produto com o prazo de validade vencido.
  7. Antes de abrir para uso, manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem.
  8. Após aberto conservar no refrigerador (2ºC a 8ºC), higienizar o conta-gotas após o uso, evitar o contato direto desse com o corpo ou quaisquer outras superfícies. Nunca congelar.
  9. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 
  10. Embora não existam contraindicações relativas a faixas etárias, recomendamos a utilização do produto para pacientes de idade superior a 10 anos.
  11. Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.
  12. "SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO".
  13. "Os resultados e indicações referentes ao uso desse produto foram avaliados e comprovados pelo fabricante deste insumo farmacêutico e outros estudos conforme descrito nas Referências. Não garantimos os resultados descritos, estes variam de pessoa para pessoa dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos, presença de outras patologias, bem como, o  uso correto do produto conforme descrito na posologia.”

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

- http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=alanine

- http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=arginine

- http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=isoleucine

- http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=leucine

- https://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=glicine

-  http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=glutamine

- http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gquery/?term=valine

 

COMPOSTO REUMATOP FASE 2 (1:5) 14ml

VENDA SOB PRESCRIÇÃO DE PROFISSIONAL HABILITADO, PODENDO ESTE SER O NOSSO FARMACÊUTICO DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO 586/2013 DO CONSELHO DE FARMÁCIA.

              DESCRIÇÃO:

Constituído por pequenas moléculas, os aminoácidos compõem as unidades fundamentais das Proteínas, aqui montados para a finalidade de estimulantes do sistema imunológico.

Indicado para a primeira fase de uso de portadores de artrite, processos inflamatórios decorrentes ou pertencentes a artrose, gota, Espondilite anquilosante, outros processos inflamatórios de interesse reumatológico, assim como as articulações sinoviais / membrana sinovial.

 

COMPOSIÇÃO DE AMINOÁCIDOS NO TRATAMENTO DA ARTRITE REUMATÓIDE MODULANDO O PROCESSO INFLAMATÓRIO

A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune comum que se caracteriza por inflamação crônica das articulações sinoviais, que na maioria dos casos, culmina em destruição articular. A AR é resultante da ação das células T e B autorreativas, que levam a sinovite, a infiltração celular e a um processo desorganizado de destruição e remodelamento ósseo (Feldmann et.al. 1996). A membrana sinovial é a principal fonte de citocinas pro-inflamatórias e proteases e, em conjunto com osteoclastose condrócitos, promove a destruição articular. Projeções de tecido proliferativo penetram na cavidade articular, invadindo a cartilagem e o tecido ósseo, formando o pannus, característico da AR.

As manifestações clinicas da AR podem ter início em qualquer idade, embora sejam observadas com mais frequência na quarta e quinta décadas de vida. A AR pode se manifestar de forma bastante variável, desde manifestações mais brandas, de menor duração, até uma poliartrite progressiva e destrutiva, associada a vasculite e outras manifestações extra-articulares (TEHLIRIAN et.al 2008). As articulações mais frequentemente afetadas são as sinoviais periféricas, como metacarpo e metatarsofalangianas, tornozelos e punhos. No entanto, também pode haver comprometimento de joelhos, ombros, cotovelos e quadris. Articulações como a temporomandibular, as articulações sinoviais da coluna e a laringe são ocasionalmente afetadas, o que pode dificultar o diagnostico (HELLMANN, D. B. & STONE, J. H. 2004). 

Atualmente, existem disponíveis cinco classes de medicamentos que beneficiam pacientes com AR: analgésicos, anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), corticosteroides, drogas modificadoras do curso da doença (DMCDs) e agentes biológicos. No entanto, o tratamento da AR consiste na adoção de diversas medidas, que incluem a educação do paciente e terapias psico-ocupacionais e medicamentosas(CAPPUZZO, K. A., 2008). Assim como em outras doenças autoimunes, o tratamento da AR inclui drogas anti-inflamatórias não esteroidais e glicocorticoides (CGs) em baixa dosagem ou intra-articular, drogas antirreumáticas modificadoras do curso da doença (DMARD) e agentes imunobiológicos, cuja escolha é sempre com base no balanço entre eficácia e segurança(LEE, D. M.; &WEINBLATT, M. E.,2001).

Já está bem estabelecido na literatura que a suplementação alimentar por meio de aminoácidos é capaz de modular processos biológicos, dentre eles, podemos citar o processo inflamatório. A inflamação presente na artrite reumatoide e em diversas patologias pode ser desencadeado por inúmeros fatores, genéticos e/ou ambientais. O REUMATOP (produto a base de um complexo de aminoácidos) possui ação anti-inflamatória, contribuindo de forma a auxiliar no tratamento das reumatopatias.

COMPOSIÇÃO DE AMINOÁCIDOS É CAPAZ DE MODULAR O PROCESSO INFLAMATÓRIO 

Os aminoácidos podem ser encontrados em todos os seres vivos, sendo definidos como uma molécula orgânica formada por átomos de carbono, hidrogênio, oxigênio, e nitrogênio unidos entre si de maneira característica. Essa pequena molécula contem um grupamento amina e um carboxila, como demonstrado na figura 1. 

Em humanos saudáveis, nove aminoácidos são considerados essenciais, uma vez que não podem ser sintetizados endogenamente e, portanto, devem ser ingeridos por meio da dieta. Dentre os aminoácidos essenciais, incluem os três aminoácidos de cadeia ramificada (ACR): leucina, valina e isoleucina. Os ACR correspondem a cerca de 35% dos aminoácidos essenciais em proteínas musculares e, uma vez que a massa muscular de humanos é de cerca de 40-45% da massa corporal total, verifica-se que grande quantidade de ACR está presente em proteínas musculares. 

Em indivíduos adultos, ACR são relevantes para a manutenção da proteína corporal além de ser fonte de nitrogênio para a síntese dos aminoácidos alanina e glutamina. No que concerne a nutrição esportiva, os ACR são extensivamente utilizados por atletas, baseado na premissa de que esses aminoácidos podem promover anabolismo proteico muscular, atuar em relação à fadiga central, favorecer a secreção de insulina, melhorar a imuno competência, diminuir o grau de lesão muscular induzido pelo exercício físico e aumentar a performance de indivíduos que se exercitam em ambientes quentes. 

Tem sido demonstrado que pacientes com doenças neuromusculares e neurodegenerativas apresentam elevados marcadores de estresse oxidativo e que os efeitos da utilização de creatinina (Cr) como forma de tratamento é relativo ao grau de complexidade ou estado da doença nesses indivíduos, ou seja, a suplementação de creatina pode ser capaz de aliviar os sintomas de doenças de Alzheimer e Parkinson, por exemplo. Ainda, estudos sugerem que a suplementação de Cr aumenta as concentrações intracelulares de creatina fosfato (PCr) que se ligam aos fosfolipídios da membrana celular, diminuindo a permeabilidade da mesma e consequentemente a perda de elementos intracelulares como enzimas (creatina quinase), promovendo assim, estabilização das membranas celulares e previne danos celulares.

Figua 1: Estrutura geral de um aminoácido

Os polímeros de aminoácidos são chamados de peptídeos ou proteínas. Vinte tipos diferentes de aminoácidos servem como elementos de construção de proteínas, que podem conter muitas centenas de unidades de aminoácidos. Os aminoácidos podem se combinar em quase qualquer ordem e em quase qualquer proporção, produzindo miríades de peptídeos, todos eles com formas tridimensionais únicas. Essa propriedade faz das proteínas a classe de biopolímeros mais variável em estrutura e, portanto, a mais versátil em função. As proteínas executam ampla gama de tarefas na célula, tais como: participa de reações químicas, fornece apoio estrutural, estimula o sistema de defesa (sistema imunológico) com a finalidade de manter a homeostase do organismo. A disponibilidade e prevalência dos aminoácidos livres pode ser um fator determinante quando se trata das interações biológicas com os diversos agentes e/ou condições patológicas, indicando uma resposta de defesa mais eficiente e efetiva. Os aminoácidos, de forma isolada, apresentam diversas funcionalidades, dentre elas, a capacidade de modular os sistemas biológicos de forma a ativar e/ ou inibir diversos eventos químicos, moleculares e celulares.

A resposta inflamatória ou simplesmente inflamação é uma resposta imune essencial que permite a sobrevivência do indivíduo durante a infecção ou lesão e mantém a homeostase do tecido sob uma variedade de condições nocivas5. Durante o processo, podem aparecer manifestações externas, sinais cardinais: como, calor, rubor e tumor, dor e perda de função. Independente da origem do estímulo que leva a inflamação se é por patógenos ou se é estéril, uma cascata de sinais é ativada causando o recrutamento de células inflamatórias, que têm a função primária de erradicar o patógeno e limpar debris celulares ocasionados por morte celular, enquanto ativa mecanismos de reparo tecidual. Porém, quando a inflamação não é capaz de exterminar o agente agressor, tornando-se crônica, a inflamação pode levar o indivíduo a sérias consequências, culminando na disfunção orgânica e morte.

A inflamação é fator determinante em diversas doenças crônicas comuns. Reações inflamatórias agudas (de curto prazo) tem uma finalidade útil para a eliminação de patógenos do organismo, contudo, diversos trabalhos propõem que a inflamação crônica de baixo grau (de longo prazo) pode ser uma teoria unificadora para diversas doenças crônicas. A inflamação crônica ocorre quando o agente de ativação persiste em longo prazo, porque não é totalmente eliminado ou está constantemente presente. Podemos citar que a inflação crônica tem papel importante no mal de Alzheimer, na aterosclerose, na doença arterial coronariana, na asma, na artrite reumatoide, na obesidade e também no câncer. O controle do processo inflamatório, nas diversas patologias, promove um enorme impacto sobre a qualidade e quantidade da vida para boa parte da população. Neste contexto, diversas linhas de pesquisa buscam alternativas para o controle do processo inflamatório, dentre elas, a que demonstra a capacidade dos aminoácidos livres em modular o processo inflamatório.

Os farmaconutrientes vêm demonstrando possuir a capacidade de modular a resposta imunológica e inflamatória. Entre os nutrientes com ações específicas, podemos ressaltar os aminoácidos arginina e glutamina os nucleotídeos e ácidos graxos da família ômega 3. A arginina é classificada como um aminoácido condicionalmente essencial para os humanos. Em situações de estresse metabólico, ela deixa de ser sintetizada em quantidades suficientes pelo organismo e seus níveis plasmáticos tornam-se reduzidos. Alguns ensaios clínicos mostraram que, a suplementação dietética de arginina é capaz de melhorar a resposta das células T, reduzir as taxas de crescimento tumoral, além de aumentar o tempo de sobrevida de pacientes com câncer4.

Muto et al 2005, mostrou que a suplementação alimentar com os aminoácidos de cadeia ramificada (AACR), ou seja, leucina , valina e isoleucina é uma tentativa de intervenção nutricional para melhora da desnutrição na cirrose hepática descompensada. As evidências clínicas sobre a eficácia desta terapia são fortes e indica que a suplementação com esse grupo de aminoácidos melhora o estado geral, a qualidade de vida e sobrevida desses pacientes. Além do fator nutricional, a suplementação foi capaz de reduzir os níveis de espécies reativas de oxigênio (O2-) circulante. Ishihara et al. 2014, em estudo com pacientes com carcinoma hepático, verificaram que a suplementação com AACR acelerou a recuperação dos níveis séricos de albumina, sendo essas mudanças inversamente relacionadas com os níveis de Proteína C-Reativa (PCR), biomarcador que indica presença de inflamação e infecção. Os autores concluíram que os AACR podem exercer um possível efeito anti-inflamatório que suprime a redução dos níveis séricos desses aminoácidos. Em estudo experimental, Iwasa et al. 2013 registraram aumento da sobrevida de ratos com cirrose hepática avançada a partir da suplementação com AACR

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